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Condenado pela morte do filho da atriz Cissa Guimarães vai para o regime aberto

A reportagem apurou que o acusado será monitorado por tornozeleira eletrônica

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Roberto Bussamra, condenado pela morte de Rafael Mascarenhas em 2010, obteve progressão de pena para regime aberto após cumprir um sexto de sua sentença. Bussamra será monitorado por tornozeleira eletrônica, terá horários de recolhimento e deverá comparecer a audiências periódicas para justificar suas atividades. O condenado foi condenado em 2015 a 7 anos em regime fechado e 5 anos e 9 meses em regime semiaberto.
Cissa Guimarães e o filho Rafael Mascarenhas | Foto: Reprodução
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A Justiça do Rio de Janeiro concedeu a progressão de pena para regime aberto a Roberto Martins Bussamra, condenado pela morte de Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães. A decisão foi tomada após Bussamra completar um sexto de sua pena em abril e após uma manifestação favorável do Ministério Público.

Conforme o Tribunal de Justiça, Bussamra será monitorado por tornozeleira eletrônica e deverá permanecer em casa das 22h às 6h, além de ficar em casa nos dias de folga, sábados, domingos e feriados. Ele também está proibido de sair do estado onde reside ou mudar de endereço sem autorização judicial.

Bussamra também deve comparecer a cada três meses em audiência para justificar suas atividades e assinar o boletim de frequência, como parte das condições impostas para a progressão de pena.

RELEMBRE O CASO

Rafael Mascarenhas, de 19 anos, foi atropelado na madrugada de 20 de julho de 2010 na autoestrada Lagoa-Barra, que estava interditada para manutenção na época. Segundo as investigações, Bussamra dirigia um Fiat Siena e participava de um racha quando atropelou Mascarenhas, fugindo do local em seguida.

Bussamra foi condenado em 2015 a 7 anos de prisão em regime fechado e a 5 anos e 9 meses em regime semiaberto. Em 2019, o Superior Tribunal de Justiça acolheu um recurso do Ministério Público, decidindo que a pena não poderia ser convertida em serviço comunitário. O processo retornou de Brasília, e o juiz da 16ª Vara Criminal cumpriu a decisão do STJ no final de agosto de 2023.



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