Nas primeiras horas após o crime, Marineide chamou atenção pela aparente frieza durante os depoimentos. Em diferentes momentos, ela apresentou versões contraditórias sobre a motivação do assassinato. Inicialmente, afirmou que desejava atingir o patrão e teria descontado a raiva na criança.
Posteriormente, passou a insinuar conflitos pessoais e até um suposto envolvimento emocional com José Marcos. Familiares da empregada também levantaram suspeitas sobre a relação entre patrão e funcionária.
Com o avanço das investigações, autoridades passaram a considerar a possibilidade de distúrbios mentais. A delegada responsável pelo caso afirmou que Marineide apresentava comportamentos considerados incompatíveis e sinais de confusão mental durante os interrogatórios.