Segundo o promotor de Justiça Cristhiano Menezes da Silva Caires, responsável pelo caso, o síndico teria utilizado o cargo para dificultar a rotina da corretora. De acordo com a denúncia, Daiane passou a ser monitorada por meio das câmeras do condomínio e submetida a situações recorrentes de constrangimento. Para o MP, as medidas adotadas extrapolaram a administração condominial e configuram perseguição reiterada.