Elize Matsunaga foi presa semanas após o crime e confessou ter matado o marido. Durante o julgamento, afirmou que "não estava normal" e disse que se arrepende do que fez.
O júri ocorreu em 2016, durou sete dias — um dos mais longos da história da Justiça de São Paulo — e terminou com a condenação de Elize a 19 anos, 11 meses e um dia de prisão por homicídio, destruição e ocultação de cadáver.
Em 2019, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reduziu a pena para 16 anos e três meses, levando em consideração a confissão do crime. Desde 30 de maio de 2022, Elize cumpre pena em regime aberto, após obter liberdade condicional.
Durante o período em que esteve presa, ela escreveu cartas para a filha. Segundo a Netflix, mesmo após conquistar a liberdade, Elize ainda não voltou a encontrar a menina.