- Enfermeira de prisão foi presa por ter relações sexuais com detento em unidade masculina.
- Investigação começou após celular ilegalmente introduzido no presídio revelar vídeos e mensagens.
- Relacionamento durou dois meses, com comunicação constante e planejamento de encontros.
- Williams pediu demissão, mas foi contratada posteriormente pelo Departamento de Justiça Juvenil.
- Se condenada, pode enfrentar até 10 anos de prisão, conforme autoridades locais.
Uma enfermeira de penitenciária da Carolina do Sul (EUA) foi presa após investigadores descobrirem que ela mantinha um relacionamento sexual com um detento. Segundo o caso, a profissional teria usado sua posição para facilitar o contato dentro da unidade prisional masculina.
A investigação começou após uma revista nas celas encontrar um celular introduzido ilegalmente no presídio. No aparelho, agentes localizaram vídeos explícitos da enfermeira com o detento em atos sexuais, além de evidências de comunicação constante entre os dois.
Relacionamento durou quase dois meses
A mulher, identificada como Courtney Williams, de 36 anos, foi detida na quarta-feira (24/6). De acordo com o mandado de prisão, o relacionamento teria durado cerca de dois meses, período em que o detento estava sob sua supervisão direta em um presídio masculino.
Promotores do condado de Richland afirmaram que ela:
- usou sua autoridade funcional para viabilizar o contato
- entregou o celular clandestinamente
- planejou encontros sexuais dentro da prisão
As investigações apontam que o celular foi utilizado para a troca de mais de mil mensagens entre a enfermeira e o detento entre 30 de março e 29 de maio. A maior parte das conversas tinha conteúdo sexual, além de combinarem encontros e interações dentro da unidade prisional.
Demissão e nova investigação
Após o início da apuração interna, Courtney Williams pediu demissão do presídio. Mesmo assim, ela chegou a ser contratada posteriormente pelo Departamento de Justiça Juvenil, onde também acabou deixando o cargo.
Se condenada, a enfermeira pode enfrentar até 10 anos de prisão, segundo as autoridades locais. A investigação segue em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso.
(Com informações do Page Not Found/Extra)