'Escravo sexual' de empresária recusa proposta de R$ 5 milhões para encerrar caso
- Funcionário era obrigado a praticar atos sexuais
Chirayu Rana exigiu inicialmente US$ 20 milhões (R$ 100 milhões) do JPMorgan para retirar o processo em que acusa Lorna Hajdini de abuso sexual
- Funcionário era obrigado a praticar atos sexuais
No primeiro processo do caso, Lorna, executiva da divisão de Financiamento Alavancado do JPMorgan, era acusada de coagir o funcionário júnior, que é casado, a praticar "atos sexuais não consensuais e humilhantes" durante meses, apesar de seus apelos para que ela parasse. A vítima alega que Lorna admitiu tê-lo drogado com Flunitrazepam, medicamento usado em golpes conhecidos como de "Boa noite, Cinderela", em diversas ocasiões. "Se você não transar comigo logo, vou arruiná-lo. Nunca se esqueça, você me pertence", disse Lorna, de acordo com as alegações de Chirayu no processo.