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Estudante de direito apontada como gerente do tráfico é presa durante TCC

Horas antes da prisão, ela postou uma foto com a legenda: “Nada como o tempo para nos mostrar o que vale a pena”.

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  • A estudante de direito Pabla Melo Klauss foi presa na segunda-feira (25) por envolvimento com uma organização criminosa em Rondonópolis.
  • Pabla era responsável pelas finanças do tráfico de drogas e é investigada desde 2019 pela Operação Reditus.
  • O companheiro dela, já preso na Penitenciária da Mata Grande, é um dos principais responsáveis pela distribuição de drogas na região.
  • A jovem declarava nas redes sociais que seu sonho era ser advogada criminalista e postou uma foto horas antes da prisão.
Horas antes da prisão, ela postou uma foto com a legenda: "Nada como o tempo para nos mostrar o que vale a pena". | FOTO: Reprodução
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Nesta segunda-feira (25), a Polícia Civil desarticulou uma estudante de direito envolvida com uma organização criminosa e responsável pelas finanças oriundas do tráfico de drogas em Rondonópolis, no Mato Grosso. A jovem, identificada como Pabla Melo Klauss, de 29 anos, foi presa enquanto apresentava o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 

O QUE SE SABE?

  • O companheiro dela já está preso na Penitenciária da Mata Grande e é um dos responsáveis pela distribuição de drogas na região;
  • A jovem é investigada desde 2019 e foi alvo da Operação Reditus.

QUEM É PABLA KLUSS?

Nas redes sociais, Pabla declarava que o sonho dela era ser advogada criminalista. Horas antes da prisão, ela postou uma foto com a legenda: "Nada como o tempo para nos mostrar o que vale a pena".

De acordo com a polícia, Pabla e o companheiro dela são considerados de alta periculosidade devido ao papel que desempenhavam como integrantes de uma facção criminosa responsável por ordenar mortes, gerenciar dinheiro que tinha origem de vários crimes e aplicar castigos com agressões e tortura.

O companheiro de Pabla, mesmo preso, participava ativamente de grupos em aplicativo de mensagens com integrantes de grupos criminosos de outros estados, onde decidiam os "julgamentos". 

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