Guardas da morte: veja como técnicas de enfermagem agiam em esquema que matou pacientes
- Investigações
Durante os interrogatórios, ambas negaram envolvimento no crime. No entanto, Marcela acabou confessando a coautoria após ser confrontada com imagens das câmeras de segurança do hospital.
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Os três técnicos estão presos temporariamente por 30 dias, prazo que pode ser prorrogado ou convertido em prisão preventiva, conforme o andamento das investigações.
Segundo apuração do portal Metrópoles, as vítimas seriam João Clemente Pereira, de 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, de 33 anos, servidor dos Correios; e Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada de 75 anos. A motivação do crime ainda está sendo investigada.
O trio poderá ser indiciado por homicídio doloso qualificado, com uso de meio insidioso e impossibilidade de defesa das vítimas, já que as substâncias foram aplicadas sem consentimento em pacientes inconscientes e intubados na UTI. A pena pode variar de 12 a 30 anos de prisão para cada morte.