Ainda conforme a defesa, não houve intenção de causar prejuízo aos consumidores. O advogado afirmou que a prática seria semelhante à de outros influenciadores digitais, que promovem produtos sem participar do processo de fabricação. Sobre o fato de Raylane ser veterinária, a defesa reconheceu que há uma discussão técnica, mas afirmou que a responsabilidade sobre a indicação correta do uso do produto será apurada pela polícia e analisada pela Justiça. O advogado também declarou que a cliente apenas divulgava um produto já conhecido e comercializado em outros estados. Segundo ele, não há confirmação, até o momento, sobre a venda de mais de 20 mil unidades, como citado em vídeos publicados pela própria investigada.