A Polícia Federal (PF) registrou, em um dos relatórios da investigação sobre o Caso Banco Master, o inventário dos itens apreendidos no escritório de Daniel Bueno Vorcaro, ex-controlador da instituição.
Segundo o documento, os agentes tiveram o acesso ao prédio inicialmente retardado por seguranças, que alegaram não haver autorização facial para a entrada.
Ainda de acordo com a PF, os policiais informaram que poderiam usar a força caso o acesso fosse novamente impedido. Após a liberação, os agentes foram acompanhados por seguranças do edifício, que atuaram como testemunhas, até o 13º andar, onde ficava o escritório principal de Vorcaro.