Jovem morre queimada após ser sequestrada, espancada e esfaqueada por criminosos

De acordo com a PM, a jovem havia sido sequestrado no domingo de carnal e desde então era mantida em cárcere privado.

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Jovem morre depois de ser encontrada em chamas por caminhoneiro em MG | Reprodução

Uma jovem identificada como Layze Stephanie Gonzaga Ramalho da Silva, de 21 anos, foi encontrada com o corpo em chamas por um caminhoneiro às margens da BR-040, na cidade de Pedro Leopoldo, região de Belo Horizonte. O caso foi registrado na noite desta segunda-feira (19). 

De acordo com informações da Polícia Militar (PM) , Layze Stephanie estava sendo mantida em cárcere privado desde o domingo de carnaval e foi vítima de uma série de crueldades antes de ser queimada viva. A família de Layze estava sendo chantageada pelos sequestradores, que exigiam o pagamento de R$30 mil para libertá-la com vida. Recentemente, a jovem apresentou à família como namorado um dos suspeitos de participação no crime.

Layze foi brutalmente espancada e esfaqueada sete vezes antes de ter seu corpo incendiado às margens da BR-040. O caminhoneiro que a encontrou imediatamente acionou os serviços de emergência, e a vítima foi socorrida por funcionários da Via 040 até o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, Layze não resistiu e veio a falecer durante a madrugada desta terça-feira (20), com 90% do corpo queimado.

A PM conseguiu chegar aos suspeitos com a colaboração da família, que forneceu aos militares o número de uma chave pix para efetuar o pagamento exigido pelo resgate da vítima. Um homem e uma mulher foram localizados e presos na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, como suspeitos do crime.

Por meio da chave pix indicada, foi possível obter os dados da beneficiária e identificar um veículo registrado em nome da suspeita. A PM rapidamente chegou ao local onde estavam os suspeitos e realizou suas prisões. O homem ainda não teve sua identidade confirmada, pois todos os documentos apresentados eram falsos. Segundo informações da polícia, os suspeitos alegaram que a vítima tinha uma dívida com o tráfico, valor este que foi exigido à família.

O homem suspeito confessou à polícia que horas antes de cometer o crime, teve relações sexuais com Layze e deixou o telefone celular dela como garantia de pagamento em um motel, na tarde da segunda-feira (19).



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