SEÇÕES

Justiça torna ré mulher acusada de fingir ser adolescente de 12 anos em Joinville

Amanda está presa desde o dia 2 de junho e é investigada pelos crimes de estelionato e falsa identidade.

Ver Resumo
  • Amanda Maria Souza de Oliveira foi tornada ré por estelionato e falsa identidade em Santa Catarina.
  • Ela se passou por adolescente de 12 anos e enganou uma família em Joinville, que a acolheu.
  • Amanda também aplicou golpe em outras cidades do Brasil, como São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.
  • Elas foi presa em 2 de junho e está investigada por estelionato e falsa identidade.
Amanda Maria Souza | Foto: Arquivo Pessoal
Siga-nos no

A Justiça de Santa Catarina aceitou a denúncia e tornou ré, nesta terça-feira (9/6), Amanda Maria Souza de Oliveira, mulher de 37 anos acusada de se passar por uma adolescente de 12 anos e enganar uma família que a acolheu em Joinville. Ela está presa desde o dia 2 de junho e é investigada pelos crimes de estelionato e falsa identidade. Amanda também teria aplicado o mesmo tipo de golpe em cidades de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Ceará.

Na decisão que recebeu a denúncia, o juiz determinou a citação da acusada para que apresente defesa no prazo legal. Também foi determinado o agendamento de exame de sanidade mental em processo apartado, um incidente de insanidade que tramita sob sigilo judicial. A perícia está prevista para o dia 26 de junho.

De acordo com a acusação, a mulher teria se aproximado de uma família do distrito de Pirabeiraba, em Joinville, alegando ter experiência em panificação e buscando uma oportunidade de trabalho. Com o passar do tempo, passou a relatar dificuldades pessoais e acabou sendo acolhida pela família em sua residência.

Conforme os autos, após um período de convivência, ela teria passado a se apresentar como uma criança em situação de vulnerabilidade, o que resultou na continuidade do acolhimento e no custeio de despesas como alimentação, moradia e medicamentos.

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) aponta que as suspeitas surgiram após um familiar identificar inconsistências nas informações sobre a identidade da mulher.

Tópicos

VER COMENTÁRIOS

Carregue mais
Veja Também