Sensibilizada pela história, a comunidade religiosa passou a ampará-la. Pouco tempo depois, uma das famílias da igreja decidiu abrir as portas de casa e acolhê-la de forma definitiva, passando a tratá-la legitimamente como uma filha. “A família acreditou piamente na história e demonstrou total boa-fé, chegando a dar entrada nas intenções de oficializar a adoção da suposta menor”, informou a Polícia Civil em nota.