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“Não respirava”: Familia relata desespero após engenheiro passar mal em “banho de óleo” no Paraná

Gustavo Lara, de 27 anos, morreu após ter uma grave reação alérgica que provocou convulsões e paradas cardiorrespiratórias

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  • Engenheiro Gustavo Henrique Lara morreu após reação alérgica durante "banho de óleo" em escola de aviação no Paraná.
  • Amigos e familiares tentaram socorrê-lo, mas ele não resistiu e faleceu após dificuldade respiratória.
  • Testemunha relatou que equipe do Samu e helicóptero foram acionados após a vítima passar mal.
  • Instrutor da escola foi preso em flagrante por homicídio culposo e liberado após pagar fiança.
  • Caso ocorreu em aeroporto de Ponta Grossa, cidade dos Campos Gerais do Paraná.
Gustavo Henrique | Foto: Arquivo pessoal
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O aluno de aviação e engenheiro Gustavo Henrique Lara foi socorrido por amigos e familiares após ter uma reação alérgica que culminou em sua morte durante um “banho de óleo”.

A família foi prestigiar a conquista da vítima que estava completando mais uma etapa da sua formação. Um dos presentes disse à polícia que Gustavo ficou antes de passar mal:

Nisso que a gente viu que começou a ficar sério, colocamos ele no chão. Ele estava com muita dificuldade de respirar. Daí a gente foi pra cima, tentar fazer alguma coisa, começou a gritar pra chamar o Samu, pra chamar o apoio ali do pessoal do helicóptero também que tinha ali do lado, relatou uma testemunha, em depoimento.

No final da fala, a testemunha se refere à equipe aeromédica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que possui uma base no aeroporto de Ponta Grossa, cidade dos Campos Gerais do Paraná onde aconteceu o caso.

RELEMBRE OS FATOS

  • Na quinta-feira (16), o engenheiro Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, morreu após passar por um”banho de óleo” em uma escola de aviação no Paraná.
  • A vítima teve uma reação alérgica ao passar pela etapa de formação aeronáutica que funciona como um “batismo” feito em alunos de pilotagem para celebrar uma grande conquista na carreira
  • O instrutor da escola, que não teve o nome revelado, é apontado como o responsável por jogar o líquido na vítima. Ele se apresentou à Polícia Civil e foi preso em flagrante por homicídio culposo e liberado após  pagar fiança de R$3 mil.
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