- Passarela cedeu durante travessia de 30 estudantes em Araguaína, Tocantins, na manhã desta terça-feira.
- Três crianças precisaram de atendimento médico após parte da estrutura ceder sobre córrego.
- Escola informou que a passarela cedeu por excesso de peso e que não houve feridos graves.
- Corpo de Bombeiros e Defesa Civil foram acionados para avaliar e interditar a área afetada.
- Aulas da instituição devem seguir normalmente no período da tarde após o incidente.
Uma passarela interna do Educandário de Araguaína, no norte do Tocantins, cedeu na manhã desta terça-feira (11) enquanto cerca de 30 estudantes atravessavam a estrutura de um prédio para outro. Os alunos ficaram pendurados após parte da passarela ceder sobre um córrego que passa pela propriedade. Segundo a Polícia Militar do Tocantins (PMTO), pelo menos três crianças precisaram de atendimento médico após o acidente.
Passarela cede durante travessia
Os estudantes participavam de atividades relacionadas ao Dia do Estudante e estavam em um dos prédios da instituição quando iniciaram a travessia para chegar ao outro edifício. Durante a passagem do grupo, a estrutura cedeu.
A suspeita inicial é de que a passarela não tenha suportado o peso provocado pela concentração de alunos. Apesar do incidente, a estrutura não caiu completamente.
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Os estudantes foram retirados do local por funcionários da escola. Conforme informações apuradas, um aluno recebeu atendimento para verificar uma possível lesão no ombro, enquanto uma estudante teve ferimentos nas costas. Outros alunos apresentaram machucados nos pés.
Em nota, a direção do Educandário de Araguaína informou que a passarela cedeu após um grupo de alunos atravessar simultaneamente a estrutura. A instituição afirmou que não houve feridos e que o local foi imediatamente isolado para avaliação técnica e adoção das providências necessárias.
Segundo o colégio, as aulas deveriam seguir normalmente no período da tarde.
Área é interditada
O Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO) foi acionado e enviou uma equipe ao local por volta das 12h. Quando os militares chegaram, os estudantes já haviam sido retirados pelos funcionários da instituição.
Os bombeiros fizeram uma avaliação da estrutura em conjunto com uma equipe do Serviço Técnico. Após a análise inicial, a área foi interditada.
A Defesa Civil também foi acionada para realizar as orientações e indicar os procedimentos que deverão ser adotados pela unidade de ensino.
A Polícia Científica esteve no colégio e realizou os trabalhos periciais. A análise deverá auxiliar na identificação das condições da passarela e das circunstâncias que levaram ao rompimento da estrutura.