Outro ponto destacado pelos laudos periciais foi a identificação de vestígios de sangue na bermuda usada pelo tenente-coronel Geraldo Neto no dia da morte da soldado Gisele Alves Santana.
De acordo com a perícia, após a aplicação de reagente químico no tecido, houve reação positiva para presença de sangue. O padrão observado pelos especialistas foi considerado compatível com gotejamento, o que pode indicar possível contato direto com o material biológico da vítima.
Para os investigadores, esse achado é mais um elemento relevante dentro do conjunto de provas reunidas no inquérito, já que reforça a reconstrução da dinâmica do crime e pode ajudar a esclarecer a movimentação do suspeito após o disparo.
A análise do vestígio passa a ser tratada como um indício importante, especialmente diante da suspeita de que a cena tenha sido alterada após a morte da policial.