O exame necroscópico também identificou marcas de dedos no pescoço de Gisele Alves Santana, um achado considerado relevante pelos investigadores na reconstrução da dinâmica da morte da policial.
Segundo os laudos, os sinais são compatíveis com uma possível ação de contenção ou imobilização momentos antes do disparo. A análise pericial ainda indica que Gisele pode ter perdido a consciência antes de ser baleada, hipótese que reforça a suspeita de que ela tenha sido surpreendida e incapacitada antes do tiro fatal.
Para os investigadores, esse ponto é tratado como um dos indícios mais graves levantados pela perícia, porque sugere que a vítima pode não ter tido condições de reação no momento em que foi atingida.