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PM que matou mulher com tiro no peito em SP é promovida de estagiária a soldado

Até então, Yasmin era estagiária na corporação. Ela está afastada das ruas e é investigada pela Corregedoria da PM.

Yasmin Cursino Ferreira | Foto: Reprodução
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A policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, foi promovida a soldado exatamente duas semanas após matar Thawanna Salmázio com um tiro no peito, na Zona Leste de São Paulo. A efetivação foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (17).

Até então, Yasmin era estagiária na corporação. Ela está afastada das ruas e é investigada pela Corregedoria da PM e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.

Thawanna foi morta após ser baleada durante uma ação policial no início do mês, em Cidade Tiradentes. A vítima caminhava pela rua durante a madrugada com o marido quando o braço dele tocou o retrovisor de uma viatura em patrulhamento. O policial que conduzia o veículo deu ré e questionou o casal sobre o fato de estarem andando na rua, dando início a uma discussão.

As imagens registradas pela câmera corporal do motorista mostram a policial Yasmin, que estava no banco do passageiro, descendo da viatura. Momentos depois, é possível ouvir Thawanna dizendo à militar para não apontar o dedo para ela. Em seguida, foi efetuado o disparo.

Na época, a soldado Yasmin estava na etapa final do estágio na corporação e fazia patrulhamento nas ruas havia cerca de três meses.

A vítima esperou mais de 30 minutos pelo resgate, apesar de haver bases do Corpo de Bombeiros a poucos minutos do local do disparo. O atestado de óbito emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) apontou hemorragia interna aguda como causa da morte.

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