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PM recua e diz que homem morto pela Rota não era suspeito de ataque ao irmão de Eloá

Corporação informou que equipes apuravam uma denúncia sobre possível participação indireta no atentado contra o tenente Ronickson Pimentel, que segue internado na UTI

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  • Homem morto durante ação da Rota em São Paulo não era suspeito do atentado contra tenente Ronickson Pimentel.
  • PM informa que o homem reagiu armado durante abordagem e foi baleado, resultando em sua morte.
  • Atentado contra tenente Ronickson ocorreu na última sexta-feira em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.
  • Investigações apontam envolvimento de integrantes da PCC e dois suspeitos já estão presos temporariamente.
  • Tenente permanece internado em UTI com evolução favorável, mas ainda está sedado e intubado.
PM recua e diz que homem morto pela Rota não era suspeito de ataque ao irmão de Eloá | Foto: Reprodução
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Polícia Militar (PM) recuou e informou, nesta quinta-feira (2), que o homem morto durante uma ação da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), no bairro Jardim Guaianases, na zona leste de São Paulo, não era apontado como suspeito do atentado contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santos, de 39 anos, irmão de Eloá Pimentel. Segundo a corporação, as equipes estavam no local para verificar uma denúncia sobre uma possível participação indireta do homem no caso, quando ele teria reagido à abordagem.

PM esclarece ação

Em nota, a Polícia Militar (PM) afirmou que os policiais foram até o endereço para averiguar informações relacionadas ao atentado contra o tenente. Durante a abordagem, conforme a versão da corporação, o homem reagiu armado e houve troca de tiros.

Ele foi baleado, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. A ocorrência foi registrada como morte decorrente de intervenção policial e será investigada pelas autoridades.

Relembre o atentado

O tenente Ronickson Pimentel dos Santos, integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e irmão de Eloá Pimentel, foi baleado na cabeça na manhã do último sábado (27), enquanto aguardava a abertura de um semáforo em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.

As investigações conduzidas pela Polícia Civil (PC) apontam que o ataque foi premeditado e apuram o possível envolvimento de integrantes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). A Justiça já decretou a prisão temporária de dois suspeitos de participação no atentado.

Estado de saúde

O tenente permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André. De acordo com o boletim médico mais recente divulgado pela Polícia Militar (PM), ele apresenta evolução favorável e tem respondido bem ao tratamento.

Entre os avanços informados pela equipe médica estão a suspensão da medicação para manutenção da pressão arterial, estabilidade da pressão intracraniana, preservação da função renal e ausência de febre. Apesar da melhora, o oficial segue sedado, intubado e em ventilação mecânica, enquanto os médicos avaliam iniciar a redução da sedação nos próximos dias, caso o quadro continue evoluindo de forma positiva.


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