- Policia Federal abre inquérito para investigar incêndio em prédio da UFPE no Campus Recife.
- Incêndio atingiu laboratórios de fármacos, informática e genética, sem vítimas registradas.
- Prejuízo estimado em R$ 100 milhões, com perda de equipamentos e amostras de pesquisa.
- Perícia criminal será realizada para identificar origem e causas do incêndio.
- Reitor da UFPE destacou impacto dos danos e manifestou solidariedade à comunidade acadêmica.
A Polícia Federal instaurou um inquérito policial para investigar as causas do incêndio que atingiu um prédio do Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na noite de quarta-feira (7). O imóvel abrigava laboratórios e equipamentos utilizados em pesquisas, e não houve registro de vítimas.
O fogo atingiu o antigo edifício da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo (Dine). Equipes de perícia criminal estiveram no local e realizaram exames que deverão auxiliar na investigação sobre as circunstâncias do incêndio. O Corpo de Bombeiros mobilizou cinco viaturas para combater as chamas.
Prejuízo estimado em R$ 100 milhões
O reitor da UFPE, Alfredo Gomes, afirmou que os danos provocados pelo incêndio são expressivos. Em entrevista à Rádio Nova Líder, ele estimou o prejuízo da universidade em cerca de R$ 100 milhões.
Segundo a UFPE, entre os espaços atingidos estavam laboratórios das áreas de fármacos, informática e genética. A universidade informou que ainda irá avaliar a extensão dos danos provocados pelo fogo e manifestou solidariedade à comunidade acadêmica.
Equipamentos de pesquisa foram destruídos
Além das estruturas dos laboratórios, o incêndio destruiu materiais utilizados nas pesquisas desenvolvidas pela universidade. O reitor afirmou que amostras e equipamentos foram perdidos durante o incêndio.
“A gente perdeu amostras, equipamentos de pesquisa e máquinas de informática.”
A perícia realizada no prédio deverá contribuir para identificar a origem e as causas do fogo. Até o momento, a Polícia Federal não informou uma conclusão sobre o que provocou o incêndio.