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Policiais são presos por roubar dinheiro de vítimas de terremoto na Venezuela

Policiais foram flagrados por moradores ao retirarem dinheiro de prédios destruídos e acabaram presos após a denúncia

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  • Quatro policiais do CICPC foram expulsos e presos por roubo de dinheiro de vítimas dos terremotos na Venezuela.
  • Vídeos mostram moradores revoltados ao flagrar agentes carregando notas de US$ 100 de destroços de apartamentos destruídos.
  • Oficiais desviaram-se de seus deveres ao se apropriar de bens das vítimas, segundo comunicado oficial do CICPC.
  • Moradores recuperaram o dinheiro e registraram a ação em vídeos que se espalharam rapidamente nas redes sociais.
  • Diretor do CICPC, Douglas Rico, anunciou que os policiais estão à disposição da Justiça após a demissão.
População revoltada | Foto: Reprodução
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Em meio a crise deixada pelos terremotos na Venezuela, quatro polícias foram expulsos e presos após serem acusados de roubar o dinheiro encontrado nos edifícios atingidos pela catástrofe.

Os agentes faziam parte do Corpo de Investigação Científica, Criminal e Forense (CICPC) e foram confrontados pela população. Vídeos e fotos mostram a revolta dos moradores com o ocorrido.

De acordo com autoridades venezuelanas, os oficiais teriam aproveitado a atuação nas operações de resgate para se apropriar de bens das vítimas.

Um comunicado oficial informou que os policiais "desviaram-se de seus deveres" ao se apropriarem de objetos de valor encontrados entre os destroços. A demissão dos policiais foi anunciada pelo diretor do CICPC, Douglas Rico, que informou que o grupo já está à disposição da Justiça.  

MORADORES REVOLTADOS

A Euro News publicou que os furtos foram descobertos após um dos policiais ser flagrado em vídeo no condomínio Vallarta, em Playa Grande, carregando uma sacola com notas de US$ 100. Relatos apontam que cédulas teriam sido retiradas dos apartamentos destruídos.

Moradores cercaram o agente, conseguiram recuperar o dinheiro e registraram a ação em vídeos que rapidamente se espalharam pelas redes sociais, aumentando a indignação diante da conduta dos agentes em meio à tragédia.

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