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Produtora é encontrada morta com marcas de estrangulamento; DJ é suspeito

O principal suspeito do crime, Daniel Carlos Sobreira de Sousa, de 41 anos e ex-companheiro de Juliana, foi encontrado morto na madrugada de domingo (12)

Produtora é achada morta com marcas de estrangulamento; DJ é suspeito | Foto: Reprodução
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Uma mulher identificada como Juliana Guaraldi, de 39 anos, foi encontrada morta dentro da própria casa, em Arraial d’Ajuda, no sul da Bahia. A vítima apresentava marcas de estrangulamento. O principal suspeito do crime, Daniel Carlos Sobreira de Sousa, de 41 anos e ex-companheiro de Juliana, foi encontrado morto na madrugada de domingo (12), logo após ter a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Juliana, que trabalhava como produtora de eventos, estava desaparecida desde o dia 7 de abril, quando fez o último contato com familiares. De acordo com a polícia, o corpo foi localizado em estado avançado de decomposição e apenas com roupas íntimas. As investigações apontam que a morte pode ter ocorrido ainda no dia do desaparecimento.

Daniel Carlos, conhecido como DJ Danka, era relativamente conhecido na região por atuar em festas e eventos. Segundo a investigação, ele e Juliana mantinham um relacionamento conturbado. No fim de março, uma discussão entre os dois durante uma festa terminou em agressões envolvendo outras pessoas.

Registrou ocorrência

Mesmo com a mulher já desaparecida, o suspeito procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência por roubo e agressão. Paralelamente, investigadores identificaram movimentações consideradas atípicas, como o uso contínuo de aplicativos de mensagens e possíveis alterações no IMEI do celular no período em que o corpo da vítima foi encontrado.

Na véspera de ser localizado morto, Daniel publicou vídeos nas redes sociais afirmando que estava em Goiânia e negou qualquer participação no crime. 

“Eu não estava presente no fato do assassinato, estou sabendo até pelos sites. Eu não estava em Arraial D'Ajuda, já estava aqui em Goiânia, tenho comprovações que estava falando com a Juliana. Nós já estávamos separados”, disse.

Ainda no sábado (11), a Justiça determinou a prisão preventiva do suspeito. As circunstâncias da morte dele, na madrugada seguinte à decisão, não foram detalhadas oficialmente. A polícia trata o caso como feminicídio.

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