Outro ponto central da investigação envolve uma empresa ligada a Mirian, descrita como uma loja de calçados, que, segundo a Polícia Civil, teria sido usada para movimentar recursos suspeitos ao longo de 2025.
As apurações indicam que a empresa recebeu valores de diversos traficantes do Distrito Federal, inclusive de pessoas ligadas diretamente à apreensão de drogas que deu origem à operação. Para a polícia, o negócio teria funcionado como uma possível “empresa de fachada” ou instrumento de lavagem de dinheiro, ajudando a dissimular recursos ilícitos sob aparência de atividade comercial regular.