De acordo com a investigação, o grupo utilizava aplicativos de mensagens e sistemas de delivery para comercializar drogas, incluindo crack, cocaína e derivados refinados. A facção também é suspeita de promover ações sociais em comunidades para conquistar apoio de moradores e dificultar denúncias. Os envolvidos podem responder por tráfico de drogas, organização criminosa armada e lavagem de dinheiro.