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“Quem foi o doido que deixou eu pular da ponte?”: veja últimos posts de jovem morta em salto - Investigados alegam esquecimento

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada de uma ponte sem estar presa ao equipamento de segurança - Investigados alegam esquecimento

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Investigados alegam esquecimento

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Dois homens presos em flagrante após a morte de Maria Eduarda, afirmaram em depoimento à Polícia Civil não se lembrarem de quem era a responsabilidade pela instalação e checagem dos equipamentos de segurança antes do salto. Um dos presos, Luis Felipe Feliciano Egoroff, 32, disse à polícia que a equipe cobrava R$ 180 por salto e não seguia uma divisão fixa de funções. De acordo com ele, a conferência dos equipamentos era realizada de forma compartilhada.

"Às vezes a gente, tipo assim, não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso", afirmou. Questionado pelos investigadores se era ele o responsável por instalar o equipamento de segurança ou realizar a fiscalização final antes do salto de Maria Eduarda, Luis Felipe respondeu que não se lembrava.

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