As informações indicavam que ela já havia utilizado a mesma estratégia em instituições de saúde e assistência social no Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Diante das evidências, o hospital comunicou o caso às autoridades, que passaram a acompanhar a situação.
A prisão da suspeita ocorreu nesta semana em Joinville. De acordo com a Polícia Civil, ela teria vivido por cerca de 14 meses com uma família da cidade fingindo ser uma adolescente autista. As investigações apontam que a mulher adotava comportamentos infantilizados e utilizava objetos normalmente associados à infância para sustentar a falsa identidade.