Na madrugada de 27 de maio de 2003, na cobertura onde a família vivia, com um total de 18 disparos, Waldo matou a esposa e as filhas enquanto elas dormiam, de acordo com o jornal Folha de SP. Apesar de nada justificar um assassinato, o engenheiro não superava a falencia de seus negócios, o que dificultava o convívio familiar. Carolina era estudante de odontologia na Universidade Estácio de Sá e Mariana estava na 8ª série do Colégio Carolina Patrício, uma escola cara, localizada na zona sul da cidade.