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Síndico confessa ter matado corretora em Goiás após discussão acalorada

Síndico disse que agiu sozinho e que, após o crime, colocou o corpo de Daiane Souza na carroceria de sua picape e deixou o condomínio

Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, sendo preso | Foto: Reprodução
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A Polícia Civil divulgou que o síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou ter matado a corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos. O suspeito afirmou que o crime aconteceu após uma discussão entre os dois no subsolo do condomínio. 

A mulher foi vista no último dia de 17 de dezembro e seu corpo já foi localizado. O caso foi registrado em Caldas Novas, no sul de Goiás. Além de Cléber, o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de participação no crime.

Daiane momentos antes de ser morta - Foto: Reprodução 

De acordo com a Polícia, foi Cléber que mostrou para as equipes de investigação a área de mata onde o corpo da vítima foi encontrado em estado de decomposição. O porteiro do condomínio onde Daiane morava e trabalhava cuidando de apartamentos da família do síndico foi conduzido para prestar depoimento.

VERSÕES CONTRADITÓRIAS

Em depoimento, Cleber afirmou ter matado a vítima em 17 de dezembro do ano passado, agindo por conta própria. Após uma discussão, ele teria levado o corpo em sua picape até uma área de mata. 

A versão apresentada agora contradiz o primeiro depoimento do síndico. Inicialmente, ele afirmou que não havia saído do prédio naquela noite. No entanto, imagens de câmeras de segurança já analisadas pela polícia mostram Cléber deixando o condomínio por volta das 20h do dia do desaparecimento, dirigindo o veículo citado.

PONTAS SOLTAS

A vítima desceu até o subsolo do condomínio para verificar uma queda de energia em seu apartamento e não retornou. Ela costumava gravar seus deslocamentos com o celular e enviar os vídeos a uma amiga. Um desses registros, feito no subsolo, nunca foi entregue. 

Na oportunidade, Daiane vestia roupas simples, deixou a porta do apartamento destrancada e não levou pertences pessoais. Ela tinha viagem marcada para Uberlândia (MG) no período do Natal, mas não embarcou nem manteve contato com familiares após aquela manhã.

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