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Tenente-coronel descreve em depoimento último dia com cabo Gisele e fala em “momento de emoção” - MOMENTO MARCADO POR EMOÇÕES

Investigado pela morte da policial, ele afirma que o casal conversou por horas, relembrou o relacionamento e decidiu adiar a separação - MOMENTO MARCADO POR EMOÇÕES

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MOMENTO MARCADO POR EMOÇÕES

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Geraldo afirma que a conversa foi carregada por emoção, com ambos relembrando viagens e chorando abraçados. Geraldo afirmou que, após a conversa, os dois tiveram uma relação sexual no sofá, o que ele caracterizou como "fazer amor pela última vez".

"A gente sentou, conversou por duas horas. No final da conversa nós nos emocionamos muito, até nos abraçamos e choramos, com o rosto colado no outro, abraçado. Ali acabou criando um clima, porque quer queira quer não, tem uma química entre nós dois, né? Um amor, que pese a gente não estivesse mais tendo uma vida de casal, mais tinha um sentimento ali ainda", afirmou Geraldo.

Após o fim do diálogo, ele relata que Gisele teria dito que preferia "pensar direitinho" e não queria "bater o martelo" sobre a separação. Eles teriam acertado que a decisão definitiva sobre o futuro do casal seria tomada no dia seguinte, 18 de fevereiro.

O tenente-coronel disse ainda ter ido para o seu quarto fazer orações, pedindo que ambos fossem iluminados.

"Então, eu fui para o meu quarto dormir, fiz minhas orações, ela foi para o quarto dela dormir. Acredito que na quarta-feira, dia 18, ela tenha acordado até mais cedo, às 4h30, que ela falou para mim que ia começar a novena do Freio Gilson, a quaresma".

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