- O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto está preso em regime fechado desde 18 de março, acusado de matar a esposa.
- A policial militar Gisele Santana foi morta com um tiro na cabeça em São Paulo, um mês antes da prisão do oficial.
- O tenente-coronel cumpre rotina prevista na legislação de execução penal no Presídio Militar Romão Gomes.
- A investigação do caso segue sob apuração, inicialmente registrado como suicídio e agora considerado feminicídio.
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, está preso em regime fechado desde o dia 18 de março, acusado de matar a esposa, a policial militar Gisele Santana, com um tiro na cabeça. O crime ocorreu um mês antes, em São Paulo.
O oficial está detido no Presídio Militar Romão Gomes, unidade destinada à custódia de policiais militares. De acordo com a corporação, ele cumpre rotina prevista na legislação de execução penal e nas normas do Tribunal de Justiça Militar.
Segundo informações da Polícia Militar, Geraldo Neto permanece em cela coletiva com outros três policiais e está no primeiro estágio do cumprimento de pena. A rotina inclui quatro conferências diárias de cela, além de cinco refeições ao longo do dia, sendo três principais – café da manhã, almoço e jantar – e duas complementares.
O tenente-coronel também tem direito a banho de sol diário, conforme previsto para os demais detentos da unidade.
Em nota, a Polícia Militar destacou que “todos os procedimentos adotados seguem rigorosamente as normas legais aplicáveis e os protocolos de segurança da unidade”.
O caso, inicialmente registrado como suicídio, passou a ser investigado como feminicídio após a prisão do oficial. As circunstâncias da morte de Gisele Santana seguem sob apuração.