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Alckmin aposta em “boa química” entre Lula e Trump antes de encontro nos EUA

Reunião entre os presidentes Lula e Donald Trump deve ocorrer nesta quinta-feira (7), em Washington

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  • O vice-presidente Geraldo Alckmin espera um fortalecimento da relação entre Lula e Trump durante o encontro previsto para esta semana.
  • A reunião ocorrerá em Washington na próxima quinta-feira (7) e visa discutir tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
  • Alckmin criticou as medidas tarifárias adotadas pelos norte-americanos, classificando-as como inadequadas no caso brasileiro.
  • O Brasil é o terceiro maior parceiro comercial dos EUA e o principal investidor estrangeiro do país.
Vice-presidente Geraldo Alckmin | Foto: Reprodução/CNN
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O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta segunda-feira (4) que espera um fortalecimento da relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o encontro previsto para esta semana.

A declaração foi feita durante agenda de Alckmin em São Paulo. Segundo ele, a relação pessoal entre os dois chefes de Estado pode contribuir para avanços nas relações entre os países.

Eu torço para que essa boa química que ocorreu entre o presidente Lula e o presidente Trump possa fortalecer ainda mais em benefício de dois grandes países, duas grandes democracias do Ocidente, que é: Brasil e Estados Unidos.

Lula e Trump se encontram na Malásia | Foto: Ricardo Stuckert/PR

Viagem e contexto do encontro

Lula deve viajar aos Estados Unidos para se reunir com Trump na próxima quinta-feira (7). A expectativa é que o encontro ocorra em Washington.

A reunião acontece em meio a discussões sobre tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.

Críticas às tarifas e relação comercial

Alckmin voltou a criticar medidas tarifárias adotadas pelos norte-americanos, classificando-as como inadequadas no caso brasileiro.

Nós sempre defendemos que tivesse uma relação melhor. Aquele tarifaço não tinha sentido porque os Estados Unidos têm déficit na balança comercial com muitos países do mundo, mas não tem com o Brasil.

Ele também destacou a importância econômica da relação bilateral, lembrando que os Estados Unidos são o terceiro maior parceiro comercial do Brasil e o principal investidor estrangeiro no país.

A reunião entre os dois presidentes vinha sendo articulada desde o início do ano, mas acabou adiada em função da guerra no Oriente Médio.

Desde então, Lula fez críticas à condução do conflito e chegou a classificar a guerra como uma “maluquice”.

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