- Aplicativo Pardal recebeu 35 denúncias de irregularidades eleitorais no Piauí até quinta-feira (27).
- Denúncias mais comuns envolvem adesivagem de veículos e uso de carros de som, minitrio e trio elétrico.
- 18 registros referem-se a candidatos a deputado estadual, enquanto 6 envolvem deputado federal.
- 8 denúncias já foram transformadas em processos, enquanto 16 foram arquivadas no TRE-PI.
- Pardal foi ativado em 16 de agosto de 2026 e permite denúncias com identidade protegida.
O aplicativo gratuito Pardal, utilizado pela Justiça Eleitoral em todo o País para o recebimento de denúncias de irregularidades na propaganda eleitoral, já recebeu até esta quinta-feira (27) um total de 35 denúncias no Piauí, feitas por cidadãs e cidadãos de dez municípios do Estado: Teresina (23), Parnaíba (1), Barras (1), Piripiri (2), Campo Maior (2), Monsenhor Gil (1), Picos (1), Uruçuí (1), Canto do Buriti (1), e São Raimundo Nonato (2).
Desse total, a maioria dos registros se refere a adesivagem de veículos (6) e a carros de som, minitrio e trio elétrico (6). As candidatas e os candidatos mais denunciados(as) disputam o cargo de deputado estadual, num total de 18 registros. Outras seis denúncias se referem a candidatas e a candidatos à cadeira de deputado federal, duas ao cargo de governador e uma para o cargo de senador.
A partir dos encaminhamentos recebidos, até esta publicação, oito denúncias ou 22,86% desse total foram atuadas e viraram processos, que estão tramitando no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI); outras 11 situações ou 31,43% estão em análise e poderão virar processos ou serem arquivadas, como ocorreu com 16 registros ou 45,71% do total.
As estatísticas do Pardal são públicas e podem ser acessadas pelo site link abaixo:
https://pardal-web.tse.jus.br/?periodo=2026&eleicao=20322002026&abrangencia=PI
O Pardal foi ativado para receber denúncias de propaganda eleitoral irregular no dia 16 de agosto de 2026 – data de aniversário de Teresina. Para registrar uma denúncia, o usuário deve se identificar por meio do e-Título ou da plataforma Gov.br. Porém, a identidade de quem faz a comunicação permanece protegida por sigilo.