A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou, nesta segunda-feira (26), ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que ele também receba assistência religiosa de um padre.
No último dia 15 de janeiro, atendendo a um pedido de Bolsonaro, Moraes havia autorizado visitas semanais dos líderes evangélicos Robson Lemos Rodovalho e Thiago Macieira Manzoni, como parte do acompanhamento religioso.
Agora, a defesa pede a inclusão de um representante da Igreja Católica, o padre Paulo M. Silva, no mesmo programa de assistência.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e cumpre pena em uma sala de Estado-Maior localizada em um prédio do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como Papudinha.
O espaço onde o ex-presidente está custodiado possui 54,7 metros quadrados de área interna, além de 10 metros quadrados de área externa.
Na decisão que autorizou as visitas dos pastores, o ministro Alexandre de Moraes determinou que os encontros ocorram uma vez por semana, às terças ou sextas-feiras, de forma individual e com duração máxima de uma hora. A defesa agora busca estender essas mesmas condições à assistência prestada pelo padre.