- Candidato Augusto Cury propõe diálogo com governador do Piauí, Rafael Fonteles, caso seja eleito.
- Cury defende união de lideranças políticas para debater desafios nacionais e construir projeto de Estado.
- Ele mencionou nomes de governadores e ministros como Ratinho Junior, Eduardo Leite e José Múcio.
- Cury também citou economistas como Ilan Goldfajn e Armínio Fraga para colaborar em soluções econômicas.
- Propôs implantação do semipresidencialismo com divisão de atribuições entre presidente e primeiro-ministro.
O candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, afirmou que pretende dialogar com o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), caso seja eleito. A declaração foi dada durante sabatina promovida pelo SBT News nesta terça-feira (18).
Ao apresentar a proposta de um “pacto nacional”, Cury defendeu a união de lideranças de diferentes campos políticos para debater os principais desafios do país. Segundo ele, o objetivo seria construir um projeto de Estado, que ultrapassasse os limites de um único governo.
“Chamaria as pessoas mais notáveis, não para um projeto de governo, mas para um projeto de Estado”, declarou.
Além de Rafael Fonteles, o candidato mencionou o ministro da Defesa, José Múcio, e os governadores Ratinho Junior (PSD-PR), Eduardo Leite (PSD-RS), Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Romeu Zema (Novo-MG).
Cury também citou nomes ligados à economia, como Ilan Goldfajn, Armínio Fraga, Mansueto Almeida e Edmar Bacha, que, segundo ele, poderiam colaborar na busca por soluções para os problemas econômicos do Brasil.
Durante a sabatina, o presidenciável ainda defendeu a implantação do semipresidencialismo no país, com a divisão das atribuições entre o presidente da República e um primeiro-ministro, escolhido com participação do Congresso Nacional.