Brasil não vai tolerar ação contra sua embaixada em Honduras, diz Amorim

Militares cercam o prédio, que abriga o presidente deposto. Brasil pode pedir reunião do Conselho de Segurança da ONU

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O ministro brasileiro de Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta terça-feira (22) em Nova York que o Brasil "não vai tolerar" nenhuma ação contra as instalações da embaixada do país em Tegucigalpa. O presidente deposto de honduras, Manuel Zelaya, que tenta retomar o poder, está abrigado no local, que está cercado por tropas leais ao governo interino, que dispersou manifestantes que passaram a noite no local.

O porta-voz da polícia, Orlin Cerrato, disse que os agentes tiveram que usar "níveis de força adequados" e que os manifestantes continuam nas imediações. O próprio Zelaya disse à agência France Presse que acredita que a polícia está preparando um ataque ao prédio. Mas o porta-voz da polícia, Cerrato, negou que isso pudesse acontecer. A vice-chanceler do governo interino, Martha Alvarado, também negou a possibilidade de invasão. "Não se pode, há convênios, e nós respeitamos a sede diplomática", disse ela.

Conselho de Segurança Amorim também disse que o Brasil pensa em solicitar uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para discutir a segurança da missão diplomática brasileira em Honduras. Amorim está em Nova York para participar da 64ª Assembleia Geral das Nações Unidas.



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