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Caiado tem alta após internação por pneumonia e deve retomar campanha

Candidato afirma que ainda não está 100% e reduz ritmo da agenda.

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  • Ronaldo Caiado, candidato à Presidência, recebeu alta do Hospital Vila Nova Star após tratar de pneumonia.
  • Caiado afirma ainda não estar 100% recuperado e reduzirá a agenda da campanha por recomendação médica.
  • O candidato pretende participar de debate nesta segunda-feira, apesar das restrições médicas.
  • Caiado defendeu a volta da discussão política sobre temas como saúde, segurança e salário nas eleições.
  • O candidato promete indicar quatro mulheres para o Supremo Tribunal Federal caso seja eleito.
Ronaldo Caiado fala com a imprensa após receber alta de internação em São Paulo | Foto: Reprodução/TV Globo
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O candidato à Presidência da Repúbliuca, pelo Partido Social Democrático (PSD), Ronaldo Caiado, recebeu alta neste domingo (13), o Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, onde estava internado para tratar de uma pneumonia deste a quinta-feira (10).

na saída do hospital, caiado afirmou que ainda não está "100%", continuará tomando medicamentos e deverá reduzir o ritmo da agenda nos próximos dias. segundo ele, a recomendação médica é evitar, por enquanto, a rotina intensa de viagens e eventos da campanha.

"Não vou dizer a você 100%, não é?", afirmou o candidato. apesar das restrições, caiado disse que pretende participar já nesta segunda-feira (14) de um debate entre candidatos à presidência.

Caiado falou a impresa que chegou ao hospital com um quadro de faringite aguda, que evoluiu para pneumonia. segundo o candidato, a doença foi tratada e ele já está em condições de retomar as atividades. O diagnóstico de pneumonia havia sido confirmado por uma tomografia do tórax. em boletim divulgado na quinta-feira, o hospital informou que caiado estava clinicamente estável, respirava espontaneamente e apresentava boa evolução clínica.

Depois de falar sobre a própria saúde, caiado fez um discurso sobre a disputa presidencial e afirmou que o debate político foi ofuscado nas últimas semanas por discussões envolvendo o supremo tribunal federal (stf). Segundo ele, os candidatos deveriam voltar a discutir propostas para temas como salário, segurança pública e atendimento pelo sistema único de saúde (sus).

Caiado também afirmou que o próximo presidente terá como desafio "reordenar a democracia brasileira" e "resgatar a credibilidade das instituições". O candidato pediu aos eleitores que avaliem o histórico dos concorrentes antes da votação.

"não é hora do eleitor brasileiro ter o seu corrupto preferido. não é hora. abram os olhos. acompanhem o que está acontecendo no brasil", declarou.

Em outro momento, caiado disse que ficou quatro dias afastado da campanha e afirmou que retorna à disputa com "toda a minha responsabilidade" e confiança de que os eleitores buscarão um candidato capaz de garantir a continuidade da democracia.

O candidato também voltou a falar sobre uma promessa de indicar mulheres para o Supremo Tribunal Federal caso seja eleito. segundo ele, pretende nomear quatro mulheres para vagas que surgirem na corte.

O candidato citou a ex-procuradora-geral da república Raquel Dodge. Ao mencionar Dodge, caiado lembrou o posicionamento dela contrário à abertura do inquérito das fake news no stf.

"Eu indicarei quatro mulheres nas vagas do supremo tribunal federal", afirmou.

Questionado sobre propostas para o sus, caiado defendeu mudanças na regulação das filas para que os pacientes sejam atendidos também de acordo com a gravidade do quadro, e não apenas pela ordem cronológica.

Ele também propôs ampliar o uso da telemedicina nas unidades básicas de saúde e integrar vagas de hospitais públicos, filantrópicos e privados para aumentar a capacidade de atendimento.

caiado defendeu ainda a instalação de hospitais de média e alta complexidade e de policlínicas em regiões mais carentes, com o objetivo de evitar que pacientes precisem percorrer longas distâncias para receber atendimento especializado. segundo ele, medidas semelhantes foram adotadas durante sua gestão em goiás.

o candidato também afirmou que, caso seja eleito, pretende colocar Ludhmila Hajjar, médica que o atendeu, à frente do Ministério da Saúde. A escolheu a médica se daria por sua experiência e capacidade de gestão.

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