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China declara apoio ao Brasil e fala em interferência externa em meio a tarifaço dos EUA

Presidentes conversaram por mais de 1 hora através de ligação para tratar sobre a relação comercial entre os países

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  • Presidente Lula e Xi Jinping conversaram por mais de uma hora em ligação na noite de domingo.
  • Xi Jinping elogiou o Brasil pela salvaguarda da soberania e pela contribuição à paz regional e mundial.
  • Chamada entre líderes visou tratar da relação bilateral e planos para acordo entre Mercosul e China.
  • Líderes discutiram cooperação em áreas estratégicas como inteligência artificial e comércio de fertilizantes.
  • Lula receberá presidente da Coreia do Sul para negociações de livre comércio entre Mercosul e o país.
Presidente Lula ao lado do líder chinês Xi Jinping | Foto: Ricardo Stuckert/PR
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O presidente Lula e o líder chinês Xi Jinping conversaram por mais de uma hora em ligação na noite de domingo (26). A agência estatal de notícias Xinhua divulgou uma declaração em que Xi presta apoio ao Brasil.

"na salvaguarda de sua soberania e independência, opondo-se a interferências externas e contribuindo para a manutenção da paz e da estabilidade regionais e mundiais, disse"

O Itamaraty informou que a chamada entre os líderes teve como objetivo tratar da relação bilateral entre os países, além de planos para um acordo entre o Mercosul e a China.

Os líderes trataram da implementação das sinergias entre os projetos nacionais de desenvolvimento dos dois países. Ambos reiteraram o propósito compartilhado de ampliar a cooperação em áreas estratégicas e de alta tecnologia, como inteligência artificial, satélites, beneficiamento de minerais críticos e comércio de fertilizantes, informou a pasta.

NEGOCIAÇÕES COM A COREIA DO SUL

Lula também irá receber nesta segunda-feira (27), em Brasília, o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, para negociações de livre comércio entre o Mercosul e o país coreano.

A aproximação do governo federal com os países asiáticos acontece em meio a onda do tarifaço econômico imposto pelos Estados Unidos, o que pode revelar uma nova estratégia geopolítica brasileira na busca por consolidar outros parceiros comerciais. 

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