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Cirurgia no ombro de Jair Bolsonaro em Brasília termina sem intercorrências

Procedimento para reparar manguito rotador teve autorização do STF; ex-presidente cumpre prisão domiciliar humanitária

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  • Jair Bolsonaro foi submetido a cirurgia no ombro em Brasília sem intercorrências.
  • O procedimento ocorreu no hospital DF Star e transcorreu dentro do esperado pela equipe médica.
  • A cirurgia teve como objetivo reparar o manguito rotador e tratar lesões associadas na região do ombro.
  • A realização da cirurgia contou com aval da Procuradoria-Geral da República e autorização do Supremo Tribunal Federal.
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) | Foto: Reprodução/ Marcelo Camargo/Agência Brasil
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A cirurgia no ombro do ex-presidente Jair Bolsonaro foi concluída sem intercorrências no início da tarde desta sexta-feira (1º), em Brasília. O procedimento ocorreu no hospital DF Star e, segundo informações apuradas, transcorreu dentro do esperado pela equipe médica.

Para a realização da cirurgia, Bolsonaro foi submetido à anestesia geral e passou por intubação para controle da respiração. A extubação ocorreu de forma segura, sem complicações, conforme relataram fontes próximas ao ex-presidente.

O procedimento teve início pela manhã, após Bolsonaro dar entrada na unidade hospitalar pouco depois das 6h. A expectativa é que ele permaneça internado por alguns dias para acompanhamento e recuperação.

Intervenção no ombro

A cirurgia teve como objetivo a reparação do manguito rotador, além do tratamento de lesões associadas na região do ombro. Antes do procedimento, o ex-presidente passou por exames preparatórios para garantir condições adequadas à intervenção, segundo o ortopedista responsável, Alexandre Firmino.

Autorização judicial

A realização da cirurgia contou com aval da Procuradoria-Geral da República, que se manifestou favoravelmente ao pedido da defesa. A autorização foi posteriormente concedida pelo Supremo Tribunal Federal.

Bolsonaro cumpre atualmente prisão domiciliar humanitária temporária desde 27 de março. A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes e tem prazo inicial de 90 dias, levando em consideração o estado de saúde do ex-presidente.

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