- Deputado Merlong Solano participa de ato em defesa da democracia e da reeleição de Lula na UFPI.
- Mobilização de estudantes e professores reforça importância da participação popular no debate político.
- Governo federal investe R$ 5,5 bilhões em universidades com o Novo PAC, incluindo 69 instituições.
- Merlong destaca reajuste de 40% nas bolsas de mestrado e doutorado, contrastando com bloqueios de Bolsonaro.
- Deputado espera atingir 80% de votos válidos para Lula no Piauí, acima do primeiro turno.
ATO NA UFPI O deputado federal Merlong Solano (PT) participou, nesta quinta-feira (8), de ato em frente à UFPI na capital, em defesa da democracia, da educação pública e da reeleição do presidente Lula.
Professor da UFPI licenciado, o parlamentar afirmou que a mobilização de estudantes, professores e da comunidade universitária mostra a importância da participação popular no debate político.
Para Merlong, a eleição coloca em debate projetos distintos para democracia, educação, ciência, tecnologia e políticas sociais.
"Os estudantes estão acordando, os professores, a comunidade universitária. Tivemos uma grande manifestação em Parnaíba ontem, também no Rio de Janeiro, em diversas cidades do Brasil", comentou.
"A sociedade começa a tomar consciência do risco que representa um presidente que não tem compromisso com a democracia, com as políticas sociais que ajudam a diminuir a desigualdade social, que não acredita na ciência e na tecnologia e não valoriza a educação. É fundamental que a sociedade participe do debate e decida que projeto quer para o Brasil", reforçou o deputado.
Merlong destacou os investimentos do governo federal nas universidades.
Dados do governo federal confirmam investimento do Novo PAC de R$ 5,5 bilhões para universidades federais e hospitais universitários.
O programa prevê melhorias de infraestrutura em 69 universidades e a construção de dez novos campi.
O deputado também lembrou que Lula reajustou em 40% o valor das bolsas de mestrado e doutorado, que estava congelado há 10 anos, e fez um contraponto com a gestão de Jair Bolsonaro (PL), citando os bloqueios orçamentários do período.
“Só em 2019, foram cerca de R$ 2 bilhões retirados das despesas discricionárias das universidades, o equivalente a cerca de 30% desses recursos, que eram essenciais para manter a universidade funcionando: pagar água, energia, limpeza, segurança, manutenção, bolsas, equipamentos, pesquisa e investimentos. Então não é difícil diferenciar quem investe de verdade nas universidades e quem não se importa em garantir uma educação superior de qualidade”, destacou Merlong.
Segundo turno
Ao comentar o cenário após o primeiro turno, o deputado disse esperar ampliar a votação de Lula no Piauí.
A meta, segundo ele, é chegar a 80% dos votos válidos no estado, acima do percentual obtido na primeira etapa.
"Não tenho dúvida de que nós vamos atingir a meta de 80% dos votos para Lula no Piauí. O piauense enxerga tudo que o presidente fez e sempre reconheceu o trabalho de Lula pelo Piauí e por todo o Brasil", afirmou.