- Deputada estadual Gracinha Mão Santa iniciou campanha reeleitorial com mobilização em Parnaíba.
- Apresentação da campanha contou com apoio de lideranças políticas e vereadores da região.
- Gracinha reafirmou compromisso com defesa de Parnaíba e Planície Litorânea na Alepi.
- Participação da mãe, ex-primeira-dama, reforçou simbolismo da trajetória familiar na política.
- Gracinha, primeira mulher eleita deputada de Parnaíba, busca renovar confiança dos piauienses.
A deputada estadual Gracinha Mão Santa (MDB) iniciou neste domingo (16) sua caminhada à reeleição com uma grande mobilização pelas ruas de Parnaíba. Cercada por parnaibanos, lideranças políticas, vereadores da cidade e da região, ela deu a largada à campanha reafirmando a defesa de Parnaíba e da Planície Litorânea na Assembleia Legislativa do Piauí.
A caminhada foi marcada pela presença popular e pelo carinho recebido durante todo o percurso. Entre as lideranças presentes estava o candidato a deputado federal Zé Santana. Ao lado de Gracinha durante toda a mobilização também esteve sua mãe, Adalgisa Moraes Souza, ex-primeira-dama do Piauí e de Parnaíba, reforçando o simbolismo de uma trajetória familiar ligada à vida pública e à história política da região.
“Parnaíba e a Planície Litorânea precisam continuar tendo voz na Assembleia. A nossa missão é ouvir a população, levar suas demandas ao Parlamento e trabalhar para transformá-las em ações concretas”, afirmou Gracinha.
O início da campanha também carrega história e simbolismo. De volta ao MDB, Gracinha disputa a eleição com o número 15130, o mesmo utilizado por Mão Santa quando foi eleito deputado estadual. Agora, o número acompanha uma nova trajetória, conduzida por uma mulher que construiu seu próprio espaço na política e busca renovar a confiança dos piauienses para seguir no Parlamento.
Primeira mulher de Parnaíba eleita deputada estadual, Gracinha representa uma conquista histórica para a presença feminina nos espaços de decisão. Sua atuação na Alepi reforça não apenas a voz da Planície Litorânea, mas também o protagonismo das mulheres piauienses em um ambiente político ainda majoritariamente masculino.