- Candidato a deputado Franzé Silva defende mudanças legislativas para garantir direitos a pessoas com deficiência e neurodivergentes.
- Proposta inclui inclusão de medicamentos específicos na lista do SUS para acesso gratuito, especialmente para baixa renda.
- Falta de inclusão de pessoas com deficiência e neurodivergências nas escolas é destacada como problema crítico.
- Franzé afirma que atuação estadual limita mudanças necessárias, mas ele busca alterações na legislação federal.
- Candidato destaca que inclusão é direito, não favor, e exige mudanças na educação e saúde para garantir acesso igual.
PROPOSTA PARA A CÂMARA Em reunião com mães e país atípicos de Teresina, o candidato a deputado federal Franzé Silva (PT) defendeu a necessidade de se fazer mudanças legislativas, em âmbito federal, para que se possa assegurar mais direitos a pessoas com deficiência e neurodivergentes.
Entre os problemas relatados por pessoas com deficiência e famílias atípicas está a dificuldade ou falta de acesso gratuito a medicamentos específicos.
“Os medicamentos, hoje, são caros e difíceis. Eu quero incluir na lista do SUS, para que a distribuição seja acessível, especialmente para as pessoas de baixa renda”, pontua Franzé.
INCLUSÃO NAS ESCOLAS
Outro tema é o da falta de inclusão de pessoas com neurodivergências e deficiências nas escolas.
“A mãe atípica sabe a dificuldade. A escola não está preparada. Os meninos ficam, praticamente, jogados, não têm material adaptado, não têm equipe de apoio pedagógico, para poder fazer essas crianças serem incluídas”, assinala.
Franzé, que é deputado estadual, observa que a possibilidade de apresentar propostas e realizar modificações necessárias exigidas pelas demandas desse público são, hoje, limitadas pela sua atuação parlamentar em nível de estado, o que, para o candidato, será solucionado a partir de sua eleição para deputado federal.
“Hoje, me sinto limitado para implementar maiores medidas, porque eu esbarro na lei federal. A lei federal precisa ser mudada, especialmente na área da educação e da saúde, para que nós possamos incluir, com mais qualidade, as pessoas com deficiência. A inclusão não é um favor, mas um direito”, pondera Franzé Silva.
“Eu não posso fazer uma lei estadual que obrigue prefeitura e estado a melhorar essa questão pedagógica das escolas, porque é competência federal. Então, eu chego a Brasília com muita determinação de fazer essas mudanças na legislação federal, como também na questão dos medicamentos”, acrescenta.