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Ex-superintendente da PRF-PI diz que decisão sobre candidatura está em análise

abrício Loiola coloca nome à disposição para disputar vaga na Câmara Federal

Fabrício Loiola, ex-superintendente da PRF | Foto: Cecília Brandão/MeioNEWS

O ex-superintendente da Polícia Rodoviária Federal do Piauí (PRF-PI), Fabrício Loiolaafirmou que colocou seu nome à disposição do partido para uma possível pré-candidatura a deputado federal pelo Republicanos, mas destacou que a decisão ainda não está 100% definida.

O inspetor foi convidado inicialmente para assessorar os comitês de segurança pública na Câmara dos Deputados, pelo também filiado ao Republicanos e presidente da Casa, deputado Hugo Motta.

De acordo com Loiola, o convite surgiu após o destaque da PRF do Piauí a nível nacional, após apresentar uma melhora na atuação com os recursos já captados pela instituição. Após a missão, a direção estadual do partido no Piauí realizou o convite para uma eventual candidatura, que segue em avaliação.

Fabrício Loiola, ex-superintendente da PRF - Foto: Cecília Brandão/MeioNEWS

Caso venha a confirmar a candidatura, Loiola já adiantou quais deverão ser suas posições públicas e linha de atuação:

"Eu exigi liberdade de fala. Também falei que me recuso a explorar a miséria das pessoas, aquelas ações em que há a distribuição de comida em troca de fotos. Recusei participar de uma dessas ações na Semana Santa. Participo, mas não gosto de explorar, e não gosto de expor a imagem de pessoas em situações penosas. Me recuso a praticar a velha política", explicou.

O inspetor destacou que, se disputar o cargo, suas propostas deverão ter caráter técnico, com foco na melhoria da segurança e dos serviços públicos no estado, além da criação de um fundo de financiamento.

Ele também avaliou como positivo o movimento de profissionais da segurança pública ingressando na política.

"São profissionais da segurança pública que estão trazendo, com sua expertise, a experiência para melhorar a vida do cidadão. Nós temos médicos no processo político, nós temos administradores, advogados, e por que não outros profissionais? Por que não profissionais da segurança pública vindo para a área e também apresentando suas ideias?!"

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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