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Câmara rejeita emenda que reduzia alta do IPTU em Teresina e PT avalia entrar na Justiça

Com a rejeição da emenda, permanece o modelo original apresentado pela Prefeitura de Teresina, que prevê um limite de 25% para o reajuste do imposto.

João Pereira avalia ingressar na Justiça contra o modelo proposto pela Prefeitura de recálculo do IPTU. | Divulgação/Reprodução

A Câmara Municipal de Teresina rejeitou, nesta quarta-feira (25), a emenda apresentada pelo vereador João Pereira (PT) que propunha reduzir de 25% para 15% o limite anual de aumento do IPTU na capital.

A proposta modificava o Projeto de Lei nº 69/2026, que trata da atualização da Planta de Valores Genéricos (PVG) e do recálculo do imposto.


O QUE PREVIA A EMENDA


O texto sugeria a criação de um mecanismo de proteção ao contribuinte, limitando o crescimento do imposto ao teto de 15% ao ano.

Na prática, o cálculo funcionaria com base no menor valor entre o IPTU atualizado pela nova planta e o valor do ano anterior acrescido desse percentual.

A medida buscava evitar aumentos considerados abruptos, especialmente em áreas com forte valorização imobiliária.


JUSTIFICATIVA


Na proposta, o vereador argumentava que a atualização da PVG poderia gerar distorções e impactos diretos no bolso da população.

Entre os pontos destacados, estavam a necessidade de garantir previsibilidade, respeitar a capacidade de pagamento do contribuinte e evitar crescimento excessivo da carga tributária em curto prazo.


PROJETO SEGUE SEM ALTERAÇÃO


Com a rejeição da emenda, permanece o modelo original apresentado pela Prefeitura de Teresina, que prevê um limite maior para o reajuste do imposto.
Em conversa com a coluna, João Pereira criticou a decisão e afirmou que avalia medidas judiciais contra o formato aprovado.

Segundo ele, há questionamentos sobre o impacto do novo cálculo e a forma como o reajuste será aplicado aos contribuintes da capital.

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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