- Iasmin Dias recusa convite para compor chapa senatorial como suplente de Júlio César.
- Decisão foi motivada por reflexão pessoal, profissional e familiar, com apoio à política e ao PT.
- Apoia Rosário Bezerra para suplência ao Senado, destacando necessidade de renovar lideranças.
- Reafirma compromisso com causas sociais, como saúde mental e inclusão, e com o Piauí.
A empreendedora Iasmin Dias, filha do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, e da conselheira do Tribunal de Contas do Estado, Rejane Dias, anunciou nesta segunda-feira (22) que não irá integrar a chapa majoritária ao Senado como suplente do pré-candidato Júlio César. A decisão foi divulgada por meio de uma publicação nas redes sociais, na qual agradeceu o convite e reafirmou seu compromisso com a política e com o Partido dos Trabalhadores.
Agradecimento pela lembrança
No comunicado, Iasmin revelou que recebeu manifestações de apoio de lideranças e simpatizantes que defenderam sua participação na composição da chapa senatorial.
"Nos últimos meses, recebi inúmeras manifestações de carinho, incentivo e confiança de pessoas que defenderam meu nome para compor a chapa majoritária ao Senado, como suplente do pré-candidato @juliocesardopiaui."
Segundo ela, o incentivo recebido foi acompanhado de uma reflexão sobre a responsabilidade envolvida na missão. "A cada demonstração de apoio, senti o peso da responsabilidade que existe quando tantas pessoas acreditam em você. Por isso, minha primeira palavra é gratidão."
A petista também fez um agradecimento público ao deputado federal e à senadora Jussara Lima pela indicação de seu nome.
"Agradeço, em especial, ao deputado federal Júlio César e à senadora Jussara pela generosidade e pela confiança ao sugerirem meu nome para essa missão. Recebo o gesto com honra e respeito."
Decisão pessoal e familiar
Ao explicar os motivos que a levaram a declinar do convite, Iasmin afirmou que a escolha foi construída após um período de reflexão envolvendo aspectos pessoais, profissionais e familiares.
"Pedindo orientação a Deus e refletindo com serenidade o meu planejamento pessoal, profissional e familiar, decidi não aceitar o convite neste momento."
Ela ressaltou que a decisão não representa afastamento da atividade política nem dos projetos partidários dos quais participa.
"Tomo essa decisão com tranquilidade e convicção pois ela não diminui em nada meu compromisso com a política, com o Partido dos Trabalhadores e, principalmente, com o Piauí."
Trajetória ligada à vida pública
Filiada ao PT desde 2017, Iasmin destacou que sua relação com a política começou ainda na juventude, acompanhando de perto ações e programas voltados ao desenvolvimento do estado.
"Sou filiada ao PT desde 2017. Mas minha relação com a vida pública começou muito antes."
Ao recordar sua vivência junto a projetos e iniciativas governamentais, ela afirmou ter aprendido que a atuação pública vai além da ocupação de cargos.
"Aprendi cedo que servir às pessoas é, antes de tudo, um compromisso permanente, não um cargo."
Apoio a Rosário Bezerra
Na mesma manifestação, Iasmin defendeu que a política deve abrir espaço para novas lideranças e ampliar a participação feminina. Nesse contexto, declarou apoio ao nome da ex-vereadora Rosário Bezerra para ocupar a suplência ao Senado.
"Acredito que a política precisa ampliar espaços, renovar vozes e valorizar a participação das mulheres."
Em seguida, justificou a escolha.
"Por isso, manifesto meu apoio ao nome da ex-vereadora Rosário Bezerra para compor a suplência ao Senado. Sua trajetória de dedicação ao Piauí, sua experiência e sua sensibilidade com as pessoas engrandecem esse projeto."
Ela também reafirmou apoio às pré-candidaturas de Júlio César e Marcelo Castro ao Senado, além do governador Rafael Fonteles e do presidente Lula.
Foco em causas sociais
Ao encerrar a mensagem, Iasmin destacou que continuará concentrando sua atuação em pautas ligadas ao desenvolvimento humano, especialmente nas áreas de saúde mental, inclusão e acolhimento às famílias.
"Seguirei me dedicando as causas que considero essenciais para o desenvolvimento humano e social do nosso estado: a saúde mental, a inclusão da população neurodiversa, o acolhimento das famílias e a construção de oportunidades para quem mais precisa."
A publicação foi finalizada com uma mensagem de fé e de compromisso com o estado.
"Sempre confiando em Deus, com gratidão, responsabilidade e a certeza de que ainda há muito a construir pelo Piauí."