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O dia 1 de Chico Lucas como novo secretário nacional de Segurança Pública

Ao se pronunciar no encontro, Chico Lucas destacou o papel estratégico dos estados no enfrentamento da criminalidade e ressaltou a função da Secretaria Nacional de Segurança Pública como articuladora das ações em nível nacional.

Chico Lucas iniciou o trabalho como secretário nacional de Segurança Pública. | Divulgação/Reprodução

Recém-nomeado secretário nacional de Segurança Pública, o piauiense Chico Lucas participou, nesta terça-feira (03 de fevereiro), de uma reunião do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Conesp). A agenda marcou o primeiro dia oficial do gestor à frente da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

O encontro contou com a presença do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e reuniu representantes de diversas unidades da federação para discutir estratégias conjuntas de enfrentamento à criminalidade no país.


ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA

Durante a reunião, o foco principal esteve no combate às mortes violentas, com atenção especial ao feminicídio, crime que segue como uma das maiores preocupações das autoridades de segurança pública.

A pauta reforçou a necessidade de ações integradas entre União, estados e forças de segurança, com políticas públicas capazes de reduzir os índices de violência e proteger grupos vulneráveis.


INTEGRAÇÃO ENTRE ESTADOS E UNIÃO

Ao se pronunciar no encontro, Chico Lucas destacou o papel estratégico dos estados no enfrentamento da criminalidade e ressaltou a função da Secretaria Nacional de Segurança Pública como articuladora das ações em nível nacional.

"Reforçamos o papel central dos Estados no enfrentamento aos crimes violentos e a importância da Secretaria Nacional de Segurança Pública na coordenação dessas ações. Essa é a diretriz definida pelo Ministro da Justiça, sob orientação do presidente Lula: integrar e harmonizar o combate ao crime organizado, ao feminicídio e à violência patrimonial, entre outros crimes violentos, com foco na proteção da população brasileira." 

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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