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Reajuste no subsídio do transporte pode gerar impacto de R$ 5 milhões para Prefeitura de Teresina

A proposta foi feita para tentar resolver o impasse entre trabalhadores do transporte público e empresas.

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  • Motoristas e cobradores concordam com reajuste salarial de 7%.
  • Empresários condicionam acordo ao aumento do subsídio mensal pago pelo município.
  • Prefeitura repassa cerca de R$ 6 milhões por mês ao sistema de transporte coletivo.
  • O impacto anual para os cofres públicos seria de cerca de R$ 5,04 milhões por ano em novos aportes.
Impasse entre motoristas e cobradores segue e a Prefeitura entra na negociação. | Divulgação/Reprodução

O impasse envolvendo motoristas, cobradores e empresários do transporte coletivo de Teresina pode ter um desfecho nesta quinta-feira (21), durante a terceira rodada de negociação mediada pela Justiça do Trabalho e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

A reunião contará com a participação de representantes dos trabalhadores, empresários do setor e da Prefeitura de Teresina. Em pauta, estará a proposta de reajuste salarial de 7% para a categoria.

PROPOSTA

Motoristas e cobradores já sinalizaram concordância com o percentual apresentado. Os empresários, porém, condicionam o acordo ao aumento no subsídio mensal pago pelo município às empresas de ônibus.

Atualmente, a Prefeitura repassa cerca de R$ 6 milhões por mês ao sistema de transporte coletivo. Caso aceite a reivindicação patronal vinculada ao reajuste de 7%, o município teria que elevar esse valor em aproximadamente R$ 420 mil mensais.

IMPACTO NAS CONTAS

Na prática, o impacto anual para os cofres públicos seria de cerca de R$ 5,04 milhões por ano em novos aportes ao sistema.

A proposta já foi encaminhada oficialmente ao Palácio da Cidade, que deve apresentar posicionamento ainda nesta quinta-feira (21).

PREFEITO RESISTE

O prefeito Sílvio Mendes tem adotado discurso contrário a qualquer aumento no subsídio destinado às empresas de ônibus.

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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