- MDB articula permanência de Severo Eulálio na Alepi por mais dois anos, no primeiro biênio da próxima legislatura.
- Líder do MDB na Alepi, João Madison, defende continuidade de Severo e afirma conversas em andamento para sua recondução.
- PT deixa definição da presidência em aberto, com foco em interesses do estado e da Assembleia, segundo vice-presidente Francisco Limma.
- MDB espera cumprir rodízio com PT, com Severo assumindo dois anos e o PT assumindo os dois seguintes, segundo Madison.
- MDB acredita em homologação de Severo na Alepi, após diálogo com o PT, que ainda não definiu posição formal.
O MDB já articula a permanência de Severo Eulálio na presidência da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) por mais dois anos, no primeiro biênio da próxima legislatura. A proposta é manter o atual presidente no comando da Casa e, nos dois anos seguintes, cumprir o rodízio com o PT, que prevê a divisão da presidência entre as duas siglas.
A estratégia foi apresentada pelo líder do MDB na Alepi, deputado João Madison. Ele defende a continuidade de Severo e afirma que as conversas já estão em andamento para viabilizar a recondução do parlamentar.
“A gente sabe que aqui nós temos um rodízio na Casa: dois anos para o MDB e dois anos para o PT. E nós vamos cumprir isso sem problema nenhum. O que queremos agora é um novo mandato. Então, o Severo pode ter os dois anos. Estamos trabalhando para que isso aconteça”, declarou.
Madison também ressaltou que o período seguinte da presidência ficará com o PT e disse acreditar na possibilidade de homologação do nome de Severo.
“Os dois anos seguintes ficariam para o PT. Estamos dialogando e acredito que existam chances reais de que Severo possa ser homologado sem problema nenhum aqui na Casa”, acrescentou.
PT deixa definição em aberto
Do lado petista, a sinalização é de que a composição ainda será discutida. Vice-presidente da Alepi, o deputado Francisco Limma (PT) não confirmou o formato defendido pelo MDB e destacou que a decisão deverá considerar os interesses do estado e dos parlamentares.
“Tudo é possível. O que importa neste momento são os interesses do Piauí, depois os interesses da Assembleia e dos deputados. Então vamos tentar encontrar o que for melhor para todo mundo”, pontuou.