Neste começo de virada de 2025 para 2026, sem ainda ter um mês completo do novo ano, a economia brasileira está expondo uma diferença impressionante no exterior, fazendo com que o índice BOVESPA, o mais importante ambiente de negócios na bolsa de valores, se transforme num vigoroso atrativo para que os investidores estrangeiros tragam, em volume constante e elevado, o seu dinheiro para cá.
Isso tem feito o Ibovespa bater todos os seus recordes históricos de pontuação, ultrapassando os 184 mil pontos, como ocorreu no encerramento desta última quarta-feira.
E isso não é ocorrência fortuita, acidental, sinalizando muito mais - em razão da pertinência com que ocorre-, que os detentores do capital estrangeiro enxergam hoje o Brasil como uma muito forte e ampla janela de oportunidade para os seus ganhos. Basta olharmos para a sequência de recordes conseguidos apenas num curto período que tomamos como referência.
Vejamos: Entre 20 de janeiro e 27 de janeiro deste ano, o Ibovespa superou recorde sobre recorde. No dia 20, bateu nova máxima histórica, fechando o dia em 166.276 pontos; no dia 21 foi a outro recorde, acima de 170 mil pontos; em 22 de janeiro, renovou a máxima, aos 176.217; em 23 de janeiro ultrapassou os 180 mil pontos (180.532) e em 27 último avançou ainda mais, aos 181.919. Ontem, fechou em 184.691 pontos.
Em dezembro de 2025, o índice Ibovespa já dava demonstrações claras de que os investidores estrangeiros estavam seguros das suas opções por investimentos no Brasil, pois foi ali que chegou aos 164.455 pontos, e já registrando que 2025 foi marcado por seguidos acumulados de recordes.
Em dezembro de 2023, chegando ao final do primeiro ano do Governo Lula, o Ibovespa fechou em 134.193 pontos. Um fato curioso nesses históricos da bolsa de valores, é que, descontada a inflação, o maior nível histórico real foi de 194.034 pontos, em 20 de maio de 2008. O Presidente do Brasil era Luiz Inácio Lula da Silva, no seu segundo mandato, que foi de 2008 a 2011.
Esse fato e a realidade atual em que o Ibovespa apresenta sua performance mais vigorosa, servem com clareza insofismável para desmistificar o discurso dos opositores de Lula, liderados pela direita e extrema direita e abraçados por setores expressivos do capital totalitário da Faria Lima, de que o atual dirigente nacional era um risco à economia do Brasil, que faria fechar empresas e afastar os investidores internacionais.
O que se dá é exatamente o contrário. Nunca as coisas na economia andaram tão ajustadas como agora, assim como estiveram nos dois mandatos anteriores de Lula.
Essas evidências deveriam servir para abrir os olhos de opositores apressados e conservadores mal intencionados, para entender que os investidores estrangeiros, o mundo dos negócios e os governos de outras grandes nações, olham para o Brasil, neste momento, com respeito, enxergando a robustez do seu PIB, que fechou 2025 com crescimento de 2,4%; apresenta uma taxa de desemprego de 5,6% (2025), nos menores patamares da história;a renda do trabalhador atinge recorde histórico de crescimento,com perspectiva de elevação acima de 15% em 2026; uma inflação em queda constante, fechando 2025 em 4,26%, abaixo do teto da meta; um volume de investimentos públicos em obras estruturantes que é o maior das últimas décadas e os índices de pobreza e extrema pobreza caindo aos menores indicadores dos últimos 12 anos.