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Com eletrodos na cabeça, Magno Malta nega ter agredido técnica: “Mentira”

Magno Malta nega agressão contra técnica de radiologia em hospital e afirma ser reação à dor. Confira a nota da defesa e os detalhes sobre o caso.

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  • Senador Magno Malta (PL-ES) nega acusações de agressão contra uma técnica do Hospital DF Star.
  • Malta afirma que estava sob forte medicação e reagiu ao sofrimento físico, não à profissional.
  • Técnica de radiologia diz que a agressão ocorreu durante injeção de contraste no braço do parlamentar.
  • Defesa de Malta afirma que houve "nenhum ato de violência" contra a técnica e que sua versão não encontra respaldo em provas.
Magno Malta | Foto: Reprodução
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O senador Magno Malta (PL-ES), denunciado por uma técnica de radiologia do Hospital DF Star por agressão, foi às redes sociais e negou as acusações. Ele gravou um vídeo dizendo que ainda está internado e que será avaliado por 12 horas. “Vocês me conhecem. Eu nunca encostei a mão em ninguém, nem nas minhas filhas, nem em nenhuma mulher. Isso é falsa comunicação de crime”, disse, em vídeo.

Segundo Malta, o médico pediu desculpas e providenciou um especialista para “pegar a veia dele”. O parlamentar mostra o braço e ainda reforça: “Então é mentira. Eu não sei qual é a intenção dessa pessoa, mas é falsa comunicação de crime. Não toquei um dedo em ninguém”, nega.

O parlamentar também se pronunciou por meio da equipe jurídica, que emitiu uma nota. No documento, a defesa diz que Magno encontrava-se sob forte medicação, com a cognição comprometida. Nesse contexto, teria reagido ao sofrimento físico – e não à profissional –, acionando imediatamente o médico responsável por seu acompanhamento.

Nas imagens cedidas pela assessoria do senador, é possível ver Malta conversando com a equipe médica após o ocorrido. Segundo a técnica de radiologia, a agressão ocorreu quando a profissional da saúde iniciou a injeção de contraste no braço do parlamentar. O equipamento identificou uma oclusão e interrompeu automaticamente o procedimento.

“Não houve ato de violência”

O senador está internado após sofrer um mal súbito durante o deslocamento ao Congresso Nacional. Os advogados ressaltam que, em nenhum momento, houve qualquer ato de violência física ou verbal contra a técnica. A defesa acrescenta, ainda, que a versão apresentada pela profissional não encontra respaldo em elementos probatórios.

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