O secretário de Segurança Pública do Piauí, Chico Lucas, manifestou-se sobre a nomeação de Wellington César Lima e Silva para o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Em declaração pública, o gestor desejou sucesso ao novo ministro e ressaltou a importância de uma condução estável e articulada da política de segurança no país.
“Parabenizo o ministro Wellington César Lima e Silva pela nomeação para o Ministério da Justiça e Segurança Pública e desejo êxito nessa missão tão estratégica para o Brasil. A segurança pública precisa ser tratada como política de Estado, com estabilidade institucional, integração federativa e decisões baseadas em evidências. Nesse sentido, a aprovação da PEC da Segurança Pública é fundamental para fortalecer o Sistema Único de Segurança Pública, garantir financiamento permanente, padronizar dados e ampliar a cooperação entre União, estados e municípios, sem prejuízo da autonomia federativa”, afirmou Chico Lucas.
ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL
Na avaliação do secretário, o fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública passa, necessariamente, pela cooperação entre os entes federativos e por decisões técnicas sustentadas em dados e evidências. Ele também reforçou a disposição do Piauí em contribuir com o debate nacional.
“Seguimos à disposição para contribuir tecnicamente com esse processo, certos de que o diálogo, a inteligência e a articulação institucional são o caminho para avançar na proteção da sociedade brasileira”, completou.
POSSÍVEL NOVO COMANDO NA SENASP
Nos bastidores da segurança pública, secretários de diversos estados já discutem um possível novo nome para a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), órgão vinculado ao MJSP e responsável por formular e coordenar políticas nacionais na área.
Nesse cenário, Chico Lucas desponta como favorito para assumir o cargo. Próximo ao PT, o secretário tem recebido elogios pela gestão com foco em tecnologia à frente da Segurança Pública do Piauí e mantém avaliação positiva entre as forças policiais, um diferencial raro entre quadros ligados ao partido.
MISSÃO NACIONAL
Caso a indicação se confirme, o piauiense assumiria a responsabilidade de comandar a principal secretaria da pasta, com a tarefa de coordenar ações estratégicas em todo o país e ampliar a integração entre União, estados e municípios, em um momento considerado decisivo para o futuro da política de segurança pública no Brasil.